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quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Amvali – Oficina de Capacitação em Patrimônio Material e Imaterial - 05



O Brasil é uma nação marcada por elaboração de milhares de leis nas esferas municipal, estadual e federal. Todavia, fazer a aplicação delas é um tremendo desafio, pois nem o poder público tem condições de arcar com o que criou para normatizar e equilibrar as forças antagônicas de diversas origens, que se deleitam para conviver nos ângulos das letras e pontuações.
A Associação dos Municípios do Vale Itapocu, ciente da responsabilidade de emplacar o associativismo municipalista focado em valores, convocou os agentes públicos para capacitar visando refletir a Lei 5.846/1980 e Decreto 2.504, que tratam da questão mais vulnerável do momento, a cultura matéria e imaterial.
O vídeo ilustra o evento, que marcou os anais da história regional do associativismo municipalista, que tem missão de tratativas para a defesa das políticas públicas visando provocar os senhores agentes públicos, do Poder Executivo, Legislativo e Judiciário, sobre o valor da cultura material e imaterial.


O historiador Rodrigo Rosa, da Fundação Catarinense de Cultura a Jaraguá do Sul (SC), para abordar a oficina, no bairro Vila Nova, na Rua Artur Gumz.
Esses dois parâmetros de referências incentivam a reflexão para o respeito ao multiculturalismo e a todas as formas de expressões de cultura, na esfera material e imaterial. Isso gera vínculos e laços entre os cidadão e os espaços de memória e história.





Ademir Pfiffer - Historiador

Amvali – Oficina de Capacitação em Patrimônio Material e Imaterial - 04



O Brasil é uma nação marcada por elaboração de milhares de leis nas esferas municipal, estadual e federal. Todavia, fazer a aplicação delas é um tremendo desafio, pois nem o poder público tem condições de arcar com o que criou para normatizar e equilibrar as forças antagônicas de diversas origens, que se deleitam para conviver nos ângulos das letras e pontuações.
A Associação dos Municípios do Vale Itapocu, ciente da responsabilidade de emplacar o associativismo municipalista focado em valores, convocou os agentes públicos para capacitar visando refletir a Lei 5.846/1980 e Decreto 2.504, que tratam da questão mais vulnerável do momento, a cultura matéria e imaterial.
O vídeo ilustra o evento, que marcou os anais da história regional do associativismo municipalista, que tem missão de tratativas para a defesa das políticas públicas visando provocar os senhores agentes públicos, do Poder Executivo, Legislativo e Judiciário, sobre o valor da cultura material e imaterial.


O historiador Rodrigo Rosa, da Fundação Catarinense de Cultura a Jaraguá do Sul (SC), para abordar a oficina, no bairro Vila Nova, na Rua Artur Gumz.
Esses dois parâmetros de referências incentivam a reflexão para o respeito ao multiculturalismo e a todas as formas de expressões de cultura, na esfera material e imaterial. Isso gera vínculos e laços entre os cidadão e os espaços de memória e história.





Ademir Pfiffer - Historiador

Amvali – Oficina de Capacitação em Patrimônio Material e Imaterial - 03



O Brasil é uma nação marcada por elaboração de milhares de leis nas esferas municipal, estadual e federal. Todavia, fazer a aplicação delas é um tremendo desafio, pois nem o poder público tem condições de arcar com o que criou para normatizar e equilibrar as forças antagônicas de diversas origens, que se deleitam para conviver nos ângulos das letras e pontuações.
A Associação dos Municípios do Vale Itapocu, ciente da responsabilidade de emplacar o associativismo municipalista focado em valores, convocou os agentes públicos para capacitar visando refletir a Lei 5.846/1980 e Decreto 2.504, que tratam da questão mais vulnerável do momento, a cultura matéria e imaterial.
O vídeo ilustra o evento, que marcou os anais da história regional do associativismo municipalista, que tem missão de tratativas para a defesa das políticas públicas visando provocar os senhores agentes públicos, do Poder Executivo, Legislativo e Judiciário, sobre o valor da cultura material e imaterial.


O historiador Rodrigo Rosa, da Fundação Catarinense de Cultura a Jaraguá do Sul (SC), para abordar a oficina, no bairro Vila Nova, na Rua Artur Gumz.
Esses dois parâmetros de referências incentivam a reflexão para o respeito ao multiculturalismo e a todas as formas de expressões de cultura, na esfera material e imaterial. Isso gera vínculos e laços entre os cidadão e os espaços de memória e história.





Ademir Pfiffer - Historiador

Amvali – Oficina de Capacitação em Patrimônio Material e Imaterial - 02



O Brasil é uma nação marcada por elaboração de milhares de leis nas esferas municipal, estadual e federal. Todavia, fazer a aplicação delas é um tremendo desafio, pois nem o poder público tem condições de arcar com o que criou para normatizar e equilibrar as forças antagônicas de diversas origens, que se deleitam para conviver nos ângulos das letras e pontuações.
A Associação dos Municípios do Vale Itapocu, ciente da responsabilidade de emplacar o associativismo municipalista focado em valores, convocou os agentes públicos para capacitar visando refletir a Lei 5.846/1980 e Decreto 2.504, que tratam da questão mais vulnerável do momento, a cultura matéria e imaterial.
O vídeo ilustra o evento, que marcou os anais da história regional do associativismo municipalista, que tem missão de tratativas para a defesa das políticas públicas visando provocar os senhores agentes públicos, do Poder Executivo, Legislativo e Judiciário, sobre o valor da cultura material e imaterial.


O historiador Rodrigo Rosa, da Fundação Catarinense de Cultura a Jaraguá do Sul (SC), para abordar a oficina, no bairro Vila Nova, na Rua Artur Gumz.
Esses dois parâmetros de referências incentivam a reflexão para o respeito ao multiculturalismo e a todas as formas de expressões de cultura, na esfera material e imaterial. Isso gera vínculos e laços entre os cidadão e os espaços de memória e história.



Ademir Pfiffer - Historiador

Amvali – Oficina de Capacitação em Patrimônio Material e Imaterial - 01





O Brasil é uma nação marcada por elaboração de milhares de leis nas esferas municipal, estadual e federal. Todavia, fazer a aplicação delas é um tremendo desafio, pois nem o poder público tem condições de arcar com o que criou para normatizar e equilibrar as forças antagônicas de diversas origens, que se deleitam para conviver nos ângulos das letras e pontuações.
A Associação dos Municípios do Vale Itapocu, ciente da responsabilidade de emplacar o associativismo municipalista focado em valores, convocou os agentes públicos para capacitar visando refletir a Lei 5.846/1980 e Decreto 2.504, que tratam da questão mais vulnerável do momento, a cultura matéria e imaterial.
O vídeo ilustra o evento, que marcou os anais da história regional do associativismo municipalista, que tem missão de tratativas para a defesa das políticas públicas visando provocar os senhores agentes públicos, do Poder Executivo, Legislativo e Judiciário, sobre o valor da cultura material e imaterial.
O historiador Rodrigo Rosa, da Fundação Catarinense de Cultura a Jaraguá do Sul (SC), para abordar a oficina, no bairro Vila Nova, na Rua Artur Gumz.
Esses dois parâmetros de referências incentivam a reflexão para o respeito ao multiculturalismo e a todas as formas de expressões de cultura, na esfera material e imaterial. Isso gera vínculos e laços entre os cidadão e os espaços de memória e história.

Ademir Pfiffer - Historiador

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Conjunto Rural Rio da Luz – Schützenverein – Baile Típico dos Anos 60 - 13



Os moradores remanescentes do Conjunto Rural do Rio da Luz organizaram mais evento celebrando a cultura teuto-brasileira, o patrimônio imaterial do schützeverein – festa de tiro rei - conforme os costumes dos anos 60, na Sociedade Ribeirão Grande da Luz, Sohnstiefe, Município de Jaraguá do Sul (SC).
Nas edições anteriores, o evento do baile típico dos anos 60 contava com o incentivo do Fundo de Cultura do Município de Jaraguá do Sul. Desta vez, os teuto-brasileiros – pomeranos e alemães – por conta do associativismo organizaram a celebração da cultura germânica, que novamente foi um sucesso, tanto no quesito social e cultural.
A presença dos defensores do legado cultural dos antepassados, os associativista e simpatizantes fez a diferença, nem ausência da classe política – agentes facilitadores do Fundo de Cultura - não diminui o valor simbólico e o caráter, também de memória e folclore, que foi difundido no ponto de socaibilidade.
A tocata contratada para o evento era composta por músicos de Massaranduba, Blumenau e Pomerode. Assim, um roteiro foi programado: ritualística folclórica das majestades – carroceiros e troleiros se concentraram em frente à Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, para recepcionar os músicos e os associativista do tiro ao alvo. De regresso à sede social aconteceu a sessão solene de homenagens, café colonial – com iguarias das festas de antigamente – competições de tiro ao alvo – baile social – à luz de lampião e tochas - sagração das novas majestades para a primavera austral de 2018.
O evento iniciou com a concentração de sócios às 17 h, em seguida partiu a caravana para a busca das seguintes majestades: Evanir Vasel, rei; Nilson Schweder, 1º cavalheiro e Ademar Hornburg, 2º cavalheiro.
Em 2018, pelo rodizio da festa, será novamente a sede da Associação Cultural e Recreativa Rio da Luz – Salão Barg, cujo rei será Valdecir Spredmann.
Todavia, é um desafio sensibilizar a nova geração, para a defesa do seu patrimônio, quer material e imaterial, pois as rupturas e as fragilidades deterioram os valores com o passar dos tempos, pois as redes sociais da rede mundial dos computadores criaram novos paradigmas de comportamento de vida, em relação à convivência comunitária entre os povos e a sociedade atual.
Através desse evento as seis sociedades de tiro ao alvo pelo projeto proponente e pelo registro da pesquisa buscam salvaguardar o patrimônio imaterial – as festas de tiro rei - do Conjunto Rural do Rio Luz, uma região que tem a presença dos pomeranos e alemães, desde a década de 60, do século XIX.
A inciativa das sociedades de tiro ao alvo do Conjunto Rural do Rio da Luz é um exemplo comunitário, para salvaguardar os hábitos e os costumes dos antepassados, em sintonia com a contemporaneidade. Dessa forma, ainda teremos muitas comemorações do schützenverein.


Ademir Pfiffer – Historiador

Conjunto Rural Rio da Luz – Schützenverein – Baile Típico dos Anos 60 - 12



Os moradores remanescentes do Conjunto Rural do Rio da Luz organizaram mais evento celebrando a cultura teuto-brasileira, o patrimônio imaterial do schützeverein – festa de tiro rei - conforme os costumes dos anos 60, na Sociedade Ribeirão Grande da Luz, Sohnstiefe, Município de Jaraguá do Sul (SC).
Nas edições anteriores, o evento do baile típico dos anos 60 contava com o incentivo do Fundo de Cultura do Município de Jaraguá do Sul. Desta vez, os teuto-brasileiros – pomeranos e alemães – por conta do associativismo organizaram a celebração da cultura germânica, que novamente foi um sucesso, tanto no quesito social e cultural.
A presença dos defensores do legado cultural dos antepassados, os associativista e simpatizantes fez a diferença, nem ausência da classe política – agentes facilitadores do Fundo de Cultura - não diminui o valor simbólico e o caráter, também de memória e folclore, que foi difundido no ponto de socaibilidade.
A tocata contratada para o evento era composta por músicos de Massaranduba, Blumenau e Pomerode. Assim, um roteiro foi programado: ritualística folclórica das majestades – carroceiros e troleiros se concentraram em frente à Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, para recepcionar os músicos e os associativista do tiro ao alvo. De regresso à sede social aconteceu a sessão solene de homenagens, café colonial – com iguarias das festas de antigamente – competições de tiro ao alvo – baile social – à luz de lampião e tochas - sagração das novas majestades para a primavera austral de 2018.
O evento iniciou com a concentração de sócios às 17 h, em seguida partiu a caravana para a busca das seguintes majestades: Evanir Vasel, rei; Nilson Schweder, 1º cavalheiro e Ademar Hornburg, 2º cavalheiro.
Em 2018, pelo rodizio da festa, será novamente a sede da Associação Cultural e Recreativa Rio da Luz – Salão Barg, cujo rei será Valdecir Spredmann.
Todavia, é um desafio sensibilizar a nova geração, para a defesa do seu patrimônio, quer material e imaterial, pois as rupturas e as fragilidades deterioram os valores com o passar dos tempos, pois as redes sociais da rede mundial dos computadores criaram novos paradigmas de comportamento de vida, em relação à convivência comunitária entre os povos e a sociedade atual.
Através desse evento as seis sociedades de tiro ao alvo pelo projeto proponente e pelo registro da pesquisa buscam salvaguardar o patrimônio imaterial – as festas de tiro rei - do Conjunto Rural do Rio Luz, uma região que tem a presença dos pomeranos e alemães, desde a década de 60, do século XIX.
A inciativa das sociedades de tiro ao alvo do Conjunto Rural do Rio da Luz é um exemplo comunitário, para salvaguardar os hábitos e os costumes dos antepassados, em sintonia com a contemporaneidade. Dessa forma, ainda teremos muitas comemorações do schützenverein.


Ademir Pfiffer – Historiador