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domingo, 15 de outubro de 2017

Schützenverein –Sociedade Recreativa Aliança - 02



Publicado em 17 de jun de 2017
O quê? A comunidade de Rio Cerro II, Município de Jaraguá do Sul (SC), colonizada pelos teuto-brasileiros (pomeranos e alemães), no sábado 17 de junho foi palco demais uma festa de rei, através da competição somatória da jogatina da peca.
A competição visa estimular a participação de todos os associados – adultos e idosos. Porém, a prática social do lazer tem regramentos bem definidos, o que atrai a participação dos associados com o ideário do schützenverein.
No evento da última semana do outono austral eram as majestades os seguintes cidadãos:
Gilson Völz (Voelz), rei;
Ango Köpp (Koepp), 1* cavalheiro;
Marson Grützmacher, 2* cavalheiro.
O que aconteceu? Por volta das 13 hs foi a concentração dos sócios e às 14 hs e 30 minutos, os associados participaram da ritualística folclórica de busca das majestades – trajeto do pátio - pela Banda Karisma do Rio Grande do Sul, sendo o comandante o Senhor Gerson Hornburg.
Em seguida ocorreu a sessão de homenagem, competições da peca, tarde dançante, café típico germânico – iguarias, pomerana e alemã – divulgação das novas majestades, encerramento da festa e a noite o baile social.
Apesar de todos os desafios por conta da conjuntara politica e econômica do momento que atravessamos, a comunidade remanescente, teuto-brasileira do Rio Cerro II e entorno, segue a sua tradição ancorada nos valores dos antepassados e fundamentada nas leis que sustentam e norteiam a cultura brasileira, na perspectiva da diversidade e conformidade, por exemplo, com a Declaração de Caracas de 1992, assim narrado: o Patrimônio Cultural de uma nação, de uma região ou de uma comunidade é composto de todas as expressões materiais e espirituais que lhe constituem, incluindo o meio ambiente natural [http://coral.ufsm.br].
No casso particular da Sociedade Aliança, podemos agregar ao conceito, também a importância das expressões da ordem imaterial, representada pelo folclore e a culinária, que tem ricos elementos que definem a identidade cultural da comunidade.
Ademir Pfiffer – Historiador

3ª Quetschkommade, em 04 de junho 2017 - 12

Publicado em 5 de jun de 2017
O quê: A Sociedade dos Atiradores Ribeirão Grande da Luz – antiga Fröhsing- realizou a 3ª edição do instrumento Queschkommade (bandoneon), em sua sede social em Sohnstiefe.
O que aconteceu? Abertura do evento contou com a presença do pastor Elpideo Helwig – Paróquia da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Barra do Rio Cerro - e com a participação de um grupo de cantores da mesma comunidade.
Em seguida iniciou as apresentações de palco através dos músicos amadores de Jaraguá do Sul, Joinville, Guaramirim, Rio dos Cedros, Massaranduba, Blumenau, Schroeder e outras cidades.
O evento Quetschkommade, cujo instrumento é conhecido na Lingua Estrangeira Alemã, também por shifferklavier, trata-se de movimento histórico e cultural para salvaguardar o patrimônio do instrumento dos foles, o bandoneon que chegou em Jaraguá pelos teuto-brasileiros (pomeranos e alemães), no Vale do Rio da Luz e Rio Cerro, ramificando-se em toda região do Vale do Itapocu o seu uso.
No passado era o único instrumento popular, que veio na bagagem do colonizador, sendo útil para entoar canções religiosas nos templos luteranos ou mesmo para abrilhantar as festas das igrejas luteranas (kirchfest), festas escolares (schulfest), salões de bailes e sociedades de tiro (schützenverein).
Até hoje, o instrumento é propagado, sendo que uma nova geração de instrumentistas difunde os acordes musicais, pois há um público seleto, que absorve e valoriza esse patrimônio cultural e folclórico, de geração em geração.
Atualmente existem seis eventos do gênero, que são organizados nas cidades de Pomerode, Joinville, Jaraguá do Sul e Massaranduba.
No Brasil, desde 2016, o jovem Eduardo Quant, luthier de Joinville, vem desenvolvendo pesquisas no segmento dos instrumentos dos foles o bandoneon, pois o mesmo construiu artesanalmente, o primeiro exemplar.
A divulgação, inicialmente, está acontecendo nos eventos de Joinville, Jaraguá do Sul e Massaranduba.
Portanto, a Sociedade dos Atiradores do Ribeirão Grande da Luz, cujos associados são descendentes de teuto-brasileiros, alemães e pomeranos, tem no evento do Quetsckommade, a defesa do instrumento musical dos foles, que tem a sua origem no seu criador Heinrich Band, músico alemão.
No palco, Ruan Carlos Gribel, Blumenau (SC).
Ademir Pfiffer – Historiador

3ª Quetschkommade, em 04 de junho 2017 - 11

Publicado em 5 de jun de 2017
O quê: A Sociedade dos Atiradores Ribeirão Grande da Luz – antiga Fröhsing- realizou a 3ª edição do instrumento Queschkommade (bandoneon), em sua sede social em Sohnstiefe.
O que aconteceu? Abertura do evento contou com a presença do pastor Elpideo Helwig – Paróquia da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Barra do Rio Cerro - e com a participação de um grupo de cantores da mesma comunidade.
Em seguida iniciou as apresentações de palco através dos músicos amadores de Jaraguá do Sul, Joinville, Guaramirim, Rio dos Cedros, Massaranduba, Blumenau, Schroeder e outras cidades.
O evento Quetschkommade, cujo instrumento é conhecido na Lingua Estrangeira Alemã, também por shifferklavier, trata-se de movimento histórico e cultural para salvaguardar o patrimônio do instrumento dos foles, o bandoneon que chegou em Jaraguá pelos teuto-brasileiros (pomeranos e alemães), no Vale do Rio da Luz e Rio Cerro, ramificando-se em toda região do Vale do Itapocu o seu uso.
No passado era o único instrumento popular, que veio na bagagem do colonizador, sendo útil para entoar canções religiosas nos templos luteranos ou mesmo para abrilhantar as festas das igrejas luteranas (kirchfest), festas escolares (schulfest), salões de bailes e sociedades de tiro (schützenverein).
Até hoje, o instrumento é propagado, sendo que uma nova geração de instrumentistas difunde os acordes musicais, pois há um público seleto, que absorve e valoriza esse patrimônio cultural e folclórico, de geração em geração.
Atualmente existem seis eventos do gênero, que são organizados nas cidades de Pomerode, Joinville, Jaraguá do Sul e Massaranduba.
No Brasil, desde 2016, o jovem Eduardo Quant, luthier de Joinville, vem desenvolvendo pesquisas no segmento dos instrumentos dos foles o bandoneon, pois o mesmo construiu artesanalmente, o primeiro exemplar.
A divulgação, inicialmente, está acontecendo nos eventos de Joinville, Jaraguá do Sul e Massaranduba.
Portanto, a Sociedade dos Atiradores do Ribeirão Grande da Luz, cujos associados são descendentes de teuto-brasileiros, alemães e pomeranos, tem no evento do Quetsckommade, a defesa do instrumento musical dos foles, que tem a sua origem no seu criador Heinrich Band, músico alemão.
No palco, Andersom Töwe e Angu Raduenz. Enquanto isso, o Senhor Roland Vogel (Blumenau/SC) socializava seus conhecimentos de músico do bandoneon com jovem, Jaqueline Viebrantz de Rio dos Cedros (SC).
Ademir Pfiffer – Historiador

3ª Quetschkommade, em 04 de junho 2017 -10

Publicado em 5 de jun de 2017
O quê: A Sociedade dos Atiradores Ribeirão Grande da Luz – antiga Fröhsing- realizou a 3ª edição do instrumento Queschkommade (bandoneon), em sua sede social em Sohnstiefe.
O que aconteceu? Abertura do evento contou com a presença do pastor Elpideo Helwig – Paróquia da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Barra do Rio Cerro - e com a participação de um grupo de cantores da mesma comunidade.
Em seguida iniciou as apresentações de palco através dos músicos amadores de Jaraguá do Sul, Joinville, Guaramirim, Rio dos Cedros, Massaranduba, Blumenau, Schroeder e outras cidades.
O evento Quetschkommade, cujo instrumento é conhecido na Lingua Estrangeira Alemã, também por shifferklavier, trata-se de movimento histórico e cultural para salvaguardar o patrimônio do instrumento dos foles, o bandoneon que chegou em Jaraguá pelos teuto-brasileiros (pomeranos e alemães), no Vale do Rio da Luz e Rio Cerro, ramificando-se em toda região do Vale do Itapocu o seu uso.
No passado era o único instrumento popular, que veio na bagagem do colonizador, sendo útil para entoar canções religiosas nos templos luteranos ou mesmo para abrilhantar as festas das igrejas luteranas (kirchfest), festas escolares (schulfest), salões de bailes e sociedades de tiro (schützenverein).
Até hoje, o instrumento é propagado, sendo que uma nova geração de instrumentistas difunde os acordes musicais, pois há um público seleto, que absorve e valoriza esse patrimônio cultural e folclórico, de geração em geração.
Atualmente existem seis eventos do gênero, que são organizados nas cidades de Pomerode, Joinville, Jaraguá do Sul e Massaranduba.
No Brasil, desde 2016, o jovem Eduardo Quant, luthier de Joinville, vem desenvolvendo pesquisas no segmento dos instrumentos dos foles o bandoneon, pois o mesmo construiu artesanalmente, o primeiro exemplar.
A divulgação, inicialmente, está acontecendo nos eventos de Joinville, Jaraguá do Sul e Massaranduba.
Portanto, a Sociedade dos Atiradores do Ribeirão Grande da Luz, cujos associados são descendentes de teuto-brasileiros, alemães e pomeranos, tem no evento do Quetsckommade, a defesa do instrumento musical dos foles, que tem a sua origem no seu criador Heinrich Band, músico alemão.
No palco, Anderson Töwe com sua gaita ponto.
Ademir Pfiffer – Historiador

3ª Quetschkommade, em 04 de junho 2017 - 09



Publicado em 5 de jun de 2017
O quê: A Sociedade dos Atiradores Ribeirão Grande da Luz – antiga Fröhsing- realizou a 3ª edição do instrumento Queschkommade (bandoneon), em sua sede social em Sohnstiefe.
O que aconteceu? Abertura do evento contou com a presença do pastor Elpideo Helwig – Paróquia da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Barra do Rio Cerro - e com a participação de um grupo de cantores da mesma comunidade.
Em seguida iniciou as apresentações de palco através dos músicos amadores de Jaraguá do Sul, Joinville, Guaramirim, Rio dos Cedros, Massaranduba, Blumenau, Schroeder e outras cidades.
O evento Quetschkommade, cujo instrumento é conhecido na Lingua Estrangeira Alemã, também por shifferklavier, trata-se de movimento histórico e cultural para salvaguardar o patrimônio do instrumento dos foles, o bandoneon que chegou em Jaraguá pelos teuto-brasileiros (pomeranos e alemães), no Vale do Rio da Luz e Rio Cerro, ramificando-se em toda região do Vale do Itapocu o seu uso.
No passado era o único instrumento popular, que veio na bagagem do colonizador, sendo útil para entoar canções religiosas nos templos luteranos ou mesmo para abrilhantar as festas das igrejas luteranas (kirchfest), festas escolares (schulfest), salões de bailes e sociedades de tiro (schützenverein).
Até hoje, o instrumento é propagado, sendo que uma nova geração de instrumentistas difunde os acordes musicais, pois há um público seleto, que absorve e valoriza esse patrimônio cultural e folclórico, de geração em geração.
Atualmente existem seis eventos do gênero, que são organizados nas cidades de Pomerode, Joinville, Jaraguá do Sul e Massaranduba.
No Brasil, desde 2016, o jovem Eduardo Quant, luthier de Joinville, vem desenvolvendo pesquisas no segmento dos instrumentos dos foles o bandoneon, pois o mesmo construiu artesanalmente, o primeiro exemplar.
A divulgação, inicialmente, está acontecendo nos eventos de Joinville, Jaraguá do Sul e Massaranduba.
Portanto, a Sociedade dos Atiradores do Ribeirão Grande da Luz, cujos associados são descendentes de teuto-brasileiros, alemães e pomeranos, tem no evento do Quetsckommade, a defesa do instrumento musical dos foles, que tem a sua origem no seu criador Heinrich Band, músico alemão.
No palco os veteranos Angu Raduenz, Herbert Borchardt e Anderso Töwe. No pandeiro Evilásio Liesenberger.
Ademir Pfiffer – Historiador

3ª Quetschkommade, em 04 de junho 2017 - 08

Publicado em 5 de jun de 2017
O quê: A Sociedade dos Atiradores Ribeirão Grande da Luz – antiga Fröhsing- realizou a 3ª edição do instrumento Queschkommade (bandoneon), em sua sede social em Sohnstiefe.
O que aconteceu? Abertura do evento contou com a presença do pastor Elpideo Helwig – Paróquia da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Barra do Rio Cerro - e com a participação de um grupo de cantores da mesma comunidade.
Em seguida iniciou as apresentações de palco através dos músicos amadores de Jaraguá do Sul, Joinville, Guaramirim, Rio dos Cedros, Massaranduba, Blumenau, Schroeder e outras cidades.
O evento Quetschkommade, cujo instrumento é conhecido na Lingua Estrangeira Alemã, também por shifferklavier, trata-se de movimento histórico e cultural para salvaguardar o patrimônio do instrumento dos foles, o bandoneon que chegou em Jaraguá pelos teuto-brasileiros (pomeranos e alemães), no Vale do Rio da Luz e Rio Cerro, ramificando-se em toda região do Vale do Itapocu o seu uso.
No passado era o único instrumento popular, que veio na bagagem do colonizador, sendo útil para entoar canções religiosas nos templos luteranos ou mesmo para abrilhantar as festas das igrejas luteranas (kirchfest), festas escolares (schulfest), salões de bailes e sociedades de tiro (schützenverein).
Até hoje, o instrumento é propagado, sendo que uma nova geração de instrumentistas difunde os acordes musicais, pois há um público seleto, que absorve e valoriza esse patrimônio cultural e folclórico, de geração em geração.
Atualmente existem seis eventos do gênero, que são organizados nas cidades de Pomerode, Joinville, Jaraguá do Sul e Massaranduba.
No Brasil, desde 2016, o jovem Eduardo Quant, luthier de Joinville, vem desenvolvendo pesquisas no segmento dos instrumentos dos foles o bandoneon, pois o mesmo construiu artesanalmente, o primeiro exemplar.
A divulgação, inicialmente, está acontecendo nos eventos de Joinville, Jaraguá do Sul e Massaranduba.
Portanto, a Sociedade dos Atiradores do Ribeirão Grande da Luz, cujos associados são descendentes de teuto-brasileiros, alemães e pomeranos, tem no evento do Quetsckommade, a defesa do instrumento musical dos foles, que tem a sua origem no seu criador Heinrich Band, músico alemão.
No palco apresentação das jovens Jaqueline Viebrantz e Ana Julia Viebrantz (acordeon), magas da cidade de Rio dos Cedros (SC).
Ademir Pfiffer – Historiador

3ª Quetschkommade, em 04 de junho 2017 - 06



Publicado em 5 de jun de 2017
O quê: A Sociedade dos Atiradores Ribeirão Grande da Luz – antiga Fröhsing- realizou a 3ª edição do instrumento Queschkommade (bandoneon), em sua sede social em Sohnstiefe.
O que aconteceu? Abertura do evento contou com a presença do pastor Elpideo Helwig – Paróquia da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Barra do Rio Cerro - e com a participação de um grupo de cantores da mesma comunidade.
Em seguida iniciou as apresentações de palco através dos músicos amadores de Jaraguá do Sul, Joinville, Guaramirim, Rio dos Cedros, Massaranduba, Blumenau, Schroeder e outras cidades.
O evento Quetschkommade, cujo instrumento é conhecido na Lingua Estrangeira Alemã, também por shifferklavier, trata-se de movimento histórico e cultural para salvaguardar o patrimônio do instrumento dos foles, o bandoneon que chegou em Jaraguá pelos teuto-brasileiros (pomeranos e alemães), no Vale do Rio da Luz e Rio Cerro, ramificando-se em toda região do Vale do Itapocu o seu uso.
No passado era o único instrumento popular, que veio na bagagem do colonizador, sendo útil para entoar canções religiosas nos templos luteranos ou mesmo para abrilhantar as festas das igrejas luteranas (kirchfest), festas escolares (schulfest), salões de bailes e sociedades de tiro (schützenverein).
Até hoje, o instrumento é propagado, sendo que uma nova geração de instrumentistas difunde os acordes musicais, pois há um público seleto, que absorve e valoriza esse patrimônio cultural e folclórico, de geração em geração.
Atualmente existem seis eventos do gênero, que são organizados nas cidades de Pomerode, Joinville, Jaraguá do Sul e Massaranduba.
No Brasil, desde 2016, o jovem Eduardo Quant, luthier de Joinville, vem desenvolvendo pesquisas no segmento dos instrumentos dos foles o bandoneon, pois o mesmo construiu artesanalmente, o primeiro exemplar.
A divulgação, inicialmente, está acontecendo nos eventos de Joinville, Jaraguá do Sul e Massaranduba.
Portanto, a Sociedade dos Atiradores do Ribeirão Grande da Luz, cujos associados são descendentes de teuto-brasileiros, alemães e pomeranos, tem no evento do Quetsckommade, a defesa do instrumento musical dos foles, que tem a sua origem no seu criador Heinrich Band, músico alemão.
No palco apresentação das jovens Jaqueline Viebrantz e Ana Julia Viebrantz (acordeon), magas da cidade de Rio dos Cedros (SC).
Ademir Pfiffer – Historiador